Hoje vamos falar sobre a radiofrequência, o tratamento que vem sendo muito utilizado para combater principalmente a flacidez cutânea, um processo natural de envelhecimento da pele que inicia geralmente entre 25 e 30 anos de idade, também em casos de emagrecimento rápido ou gestação.
Esse procedimento é considerado um grande avanço na estética, responsável por minimizar sinais de envelhecimento, diminuir gordura localizada e celulite, tudo isso sem cirurgia. Em resumo, o tratamento melhora a elasticidade da nossa pele.
Como funciona a Radiofrequência
Inicialmente, a pele será higienizada para a aplicação do óleo vegetal que terá a função de condutor da corrente. Através dos aplicadores posicionados na pele, são realizados disparos de radiofrequência no local tratado.
O procedimento vai elevar a temperatura da pele e do músculo para aproximadamente 40ºC. Este aquecimento contrairá o colágeno existente, aumentando a produção de novas fibras de colágeno e elastina, dando mais sustentação e firmeza à pele. A elevação da temperatura também rompe as membranas das células de gordura, fazendo com que esta seja eliminada do corpo.
Você verá os resultados nos primeiros dias logo após a realização do procedimento, e o principal, o tratamento é progressivo, ou seja, quantos mais sessões, melhores serão os resultados.
Tipos de Radiofrequência
Monopolar: A corrente elétrica é emitida através de um eletrodo aplicado na área de tratamento e retorna ao gerador através de um eletrodo de dimensões maiores localizadas à distância. Pode alcançar a profundidade de até 6 mm na pele;
Bipolar: Os eletrodos de saída e o de retorno estão localizados na própria ponteira, gerando um efeito mais superficial, com alcance de aproximadamente 2 mm;
Radiofrequência combate as rugas?
Se elas forem muito finas, sim. As pequenas rugas, ainda em formação, são pontos de fraqueza do colágeno. A radiofrequência vai reverter este processo.
Porém, se já estiverem um pouco mais avançadas, recomendamos o Preenchimento Facial e o Peeling Químico.
Bipolar: Os eletrodos de saída e o de retorno estão localizados na própria ponteira, gerando um efeito mais superficial, com alcance de aproximadamente 2 mm;
Radiofrequência combate as rugas?
Se elas forem muito finas, sim. As pequenas rugas, ainda em formação, são pontos de fraqueza do colágeno. A radiofrequência vai reverter este processo.
Porém, se já estiverem um pouco mais avançadas, recomendamos o Preenchimento Facial e o Peeling Químico.
Cuidados com o pós-procedimento: Logo após uma sessão a pele pode apresentar vermelhidão e inchaço, mas todos esses efeitos colaterais são transitórios e melhoram naturalmente.
Contraindicações
Apesar de ser um tratamento indolor e seguro, a radiofrequência é contraindicada nos seguintes casos:
*Pessoas que estejam com febre;
*Pessoas com ferimentos ou doenças de pele na área a ser tratada; *Pessoas com tumores malignos ativos ou recentes, ou que realizaram ou ainda se submetem a sessões de quimioterapia; *Pessoas com hipertensão (sob controle não há problema); *Diabéticos; *Portadores de doenças da tireoide; *Portadores do vírus HIV; *Pessoas que apresentam coagulopatias, sangramento excessivo ou hematomas; *Pessoas com histórico de trombose profunda; *Pessoas com histórico de doenças estimuladas pelo calor, como a herpes, por exemplo, no local a ser tratado; *Pessoas que utilizam marca-passo, desfibrilador, ou qualquer implante eletrônico ou metálico; *Pessoas que façam uso de medicamentos como anticoagulantes e corticoides de modo contínuo; *Pessoas que usaram isotretinoína nos últimos seis meses;
Mulheres que utilizam DIU; *Gestantes e mulheres em fase de amamentação.





